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Crisis positiva

La crisis económica nos pone a muchos de nosotros en una situación muy incómoda. No podemos mantener nuestro nivel de vida, no podemos pagar la hipoteca y otras deudas, tenemos que buscarnos la vida como sea para cubrir nuestras necesidades (básicas) …

Las circunstancias nos obligan a movernos de nuestra zona cómoda y segura, hay que aprender cosas nuevas, hay que probar nuevas fórmulas, ser creativos, cambiar de sitio … ¡no nos queda otro remedio! Muchas veces – sin darnos cuenta – crecemos en estas circunstancias y encontraremos así otra vida mucha más rica de la que dejamos antes de la crisis. La vida te da sorpresas …

Árboles frutas

Metáfora árboles con ricas frutas

- Las adversidades pueden ser causa de crecimiento y de iluminación – dijo el maestro.

Y lo explicó del siguiente modo:

- Había un pájaro que se refugiaba a diario en las ramas secas de un árbol que se alzaba en medio de una inmensa llanura desértica. Un día, una ráfaga de viento arrancó la raíz del árbol, obligando al pobre pájaro a volar cien millas en busca de un nuevo refugio… hasta que, llegó a un bosque lleno de árboles cargados de ricas frutas.

Y concluyó el Maestro:

- Si el árbol seco se hubiera mantenido en pie, nada hubiera inducido al pájaro a renunciar a su seguridad y echarse a volar.

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¡Estoy en crisis!

Fotografía Flickr “Frutas”: barloventomagico

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3 Comentarios

  1. Perfeito!
    Adoro esse site e os textos de vocês.
    Não consigo comentar todos, mas leio todos!
    Grande abraço, Bia.
    Ah, e sobre a “crise”, podemos pensar que é crise a partir do ponto de vista do insustentável capitalismo. Pois, visto de outros ângulos, é uma ótima oportunidade de retorno à nossa essência, proximidade com a natureza e por aí vai…
    Aqui no Brasil, há poucos anos, o presidente Lula ‘segurou’ a crise retirando impostos de carros – e como eles são muito altos – barateou bastante.
    O Mundo em crise e os brasileiros comprando carros. Financiados. Facilitados ao extremo, no final, pagamos por 3 vezes o valor do carro.
    A meu ver, foram soluções imediatistas que ‘salvavam’ especialmente a origem da força política do presidente: era líder sindical em empresas automobilísticas em início de carreira.
    O trânsito, que não estava bom, virou caótico. A qualidade de vida nos quesitos tempo de transporte ao trabalho, doenças respiratórias por poluição próxima, e tantas outras coisas relacionadas, chegaram a um extremo alarmante. Transferimos o problema de lugar. E de forma exponencial.
    O berço do sistema financeiro provou ao mundo sua incapacidade de gerir e liderar tal sistema, expôs (quando não teve mais como esconder) suas feridas e assistimos as sequelas e mazelas diariamente pela tv. E seu modelo consumista-repulsivo continua a ser copiado…
    Vejo que o Brasil adia a crise, e como dizemos por aqui “empurra com a barriga”, ou seja, não resolve ou se prepara. No máximo, piora o problema, aumentando a barriga para que possa adiar mais um tanto. Nenhum governo quer ser o governo da crise, e nem permite que pensemos assim de seus sucessores. Alguns poucos corajosos de nomear o que vivemos e que demonstram abertura em encontrarmos soluções plausíveis, passam as eleições com porcentagens de intenção de votos em 1 dígito (para usar os termos do capitalismo em crise).
    Parece que preferimos pensar que a crise não jos atinge mesmo, talvez só de leve e brevemente. E assim vamos trilhando exatamente as pegadas deixadas por um país que nos domina há muitos anos…

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  1. Bitacoras.com

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